GRUPOS

Fotografia: iStock

Grupo de Orientação Profissional

 

O grupo de orientação profissional acontece na unidade de Balneário Camboriú nas quintas-feiras, com jovens e adultos que apresentam interesse em trabalhar ou já estão trabalhando. Seu objetivo geral é contribuir para a inclusão profissional de jovens e adultos no mercado de trabalho competitivo e seus objetivos específicos consistem em utilizar os princípios e valores do Emprego Apoiado como norteadores do grupo; e promover discussões, reflexões, vivências e aprendizagens sobre assuntos relacionados ao trabalho.

A Amor pra Down utiliza a metodologia do Emprego Apoiado, pois se identifica com a necessidade de modificar o quadro de exclusão das pessoas com deficiência do mercado de trabalho e vislumbra garantir a inclusão e permanência no mercado competitivo com efetividade . 

A metodologia do grupo de orientação profissional se configura por identificar e respeitar o perfil pessoal e profissional e estabelecer planejamentos centrados em cada participante; realizar visitas técnicas em diferentes segmentos de atuação profissional; realizar buscas e pesquisas de oportunidades de trabalho alinhadas ao perfil dos participantes; acompanhar os participantes antes, durante e após as contratações profissionais; utilizar ferramentas e conteúdos acessíveis.

 O grupo de orientação profissional segue os mesmos valores e princípios postulados pela metodologia do Emprego Apoiado, que são:

 

Valores

  • Presunção de empregabilidade;

  • Emprego competitivo;

  • Foco nas capacidades e habilidades;

  • O poder dos apoios.

 

Princípios

  • Empoderamento;

  • Autonomia;

  • Independência;

  • Exclusão zero;

  • Planejamento centrado na pessoa.

 

Um pouco sobre Emprego Apoiado

 

As legislações, estimuladas pelas conquistas conceituais e modificações na compreensão sobre a pessoa com deficiência, avançam na garantia de direitos, no entanto, ainda, existem muitas barreiras para que possam incluir-se no mercado de trabalho de forma adequada. Destaca-se o desconhecimento de metodologias apropriadas, a ausência de acessibilidades, o descumprimento à legislação ou simplesmente o cumprimento das exigências trabalhistas e inclusive questões culturais, como preconceitos e atitudes. 

No final dos anos 70, nos Estados Unidos, o Emprego Apoiado foi criado como uma metodologia de colocação profissional e inclusão econômica, destinada a todas as pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade social que desejavam trabalhar, mas que não conseguiram através de mecanismos convencionais ou porque eram mantidas na invisibilidade ou segregação. 

O Emprego Apoiado se filia a perspectiva da inclusão, pois surgiu como uma alternativa às experiências das oficinas protegidas de trabalho e da preparação profissional. Além de se estabelecer pelo emprego formal, a diferença inovadora desta metodologia é mudar a estratégia de treinar e empregar, para empregar e treinar.

Por se tratar de uma metodologia, o Emprego Apoiado tem ações pré-definidas com diretrizes centradas na pessoa e com foco nas capacidades, que levam em consideração o perfil individual e preveem o acompanhamento de um consultor durante todo o processo. Este profissional pode ser compreendido como um mediador entre usuário, família e empresa. Seu enfoque é utilizar os apoios naturais já disponíveis na empresa para desenvolver as estratégias e aprendizagens necessárias para o desempenho do cargo, bem como orientar e mediar as relações profissionais entre a empresa e o novo colaborador, até o empoderamento e autonomia de ambas as partes. 

Neste sentido, as etapas do Emprego Apoiado consideram ações prévias ao momento da contratação, como o compromisso com o cliente, o levantamento do perfil vocacional e a busca do emprego; ações no posto de trabalho, como o acompanhamento e ações de monitoramento, até o eventual desligamento do trabalhador da empresa; o apoio ao usuário é sempre prestado dentro e fora da empresa e o comprometimento e respeito a empresa sempre garantidos.

 

Conheça mais em www.aneabrasil.org.br.

Grupos de Jovens e Adultos

 

É um dos principais serviços oferecidos pela entidade, por seu impacto positivo nas vidas dos usuários. Em Balneário Camboriú, o GJA é ofertado no período vespertino e em Itajaí, o GJA acontece no período matutino. A fim de planejar e oferecer com maior qualidade os serviços prestados ao nosso público, a equipe conta com instrumentos de avaliação produzidos pela Universidade de Salamanca/Espanha (autodeterminação, qualidade de vida e independência funcional) que são aplicados com os familiares e os próprios usuários . Os instrumentos vão além de instrumentos de medidas, pois estão firmados em fundamentos teóricos e pesquisas que visam o máximo de desempenho da pessoa com deficiência. De maneira atual e ética, as escalas se sustentam nos princípios da independência, inclusão, autodeterminação e qualidade de vida das pessoas com síndrome de Down.

Com base nos estudos da equipe técnica e dos resultados obtidos, seguem abaixo os objetivos do Grupo de Jovens e Adultos, estes são os norteadores de toda e qualquer intervenção e mediação da equipe, para com os participantes. Os objetivos direcionam os temas, as ações e as atividades internas e externas a serem desenvolvidas, bem como as tarefas e metas enviadas a família para serem realizadas em casa. 

 

Objetivo geral

Desenvolver capacidades de autodeterminação e contribuir com a qualidade de vida dos jovens e adultos.

 

Objetivos específicos

1)  Contribuir para a inclusão e participação social dos participantes do grupo.

2)  Propiciar o empoderamento e bem-estar emocional dos usuários.

3)  Aprimorar o desenvolvimento pessoal e autoconhecimento dos participantes do grupo.

4)  Favorecer a independência.     

 

Características do Grupo de Jovens e Adultos

  • Tem foco na identificação das potencialidades dos usuários, contribuindo para a autonomia e protagonismo social;

  • Constitui-se em um espaço coletivo dialógico;

  • Visa fortalecer a participação, autonomia e protagonismo em movimentos sociais, organizações e grupos de usuários;

  • Promove o acesso a conhecimento, meios, recursos e metodologias direcionadas ao aumento da participação social e ao fortalecimento do protagonismo dos usuários na reivindicação dos direitos; 

  • Contribui para a formação político-cidadã dos usuários e suas famílias, fazendo com que tenham condições de buscar o reconhecimento de novos direitos de cidadania e acesso a proteção social;

  • Persegue a redução da incidência das vulnerabilidades e riscos sociais das pessoas com síndrome de Down.

  • Resgata o universo maduro que lhes compete à idade cronológica, envolvendo-os em contextos apropriados, com o vislumbramento de capacidades pessoais e sociais, como a projeção ao mercado de trabalho. 

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