Educação ambiental: o que tem a ver conosco?

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Você já imaginou um projeto de educação ambiental dentro de uma instituição que atende pessoas com síndrome de Down e seus familiares? Pois é, tem tudo a ver! Em 2018, em parceria com a SEMASA e o Município de Itajaí, sob a condução da bióloga MSc Ananda Nocchi Rockett, executamos um projeto tão enriquecedor que contaremos um pouquinho, para que todos espalhem a consciência ambiental por onde estiverem!

Primeiro, é importante esclarecer que a educação ambiental propõe reflexões sobre o nosso ser e estar no mundo, sobre a nossa relação com o meio ambiente e sobre o modo como vivemos juntos no Planeta Terra. A educação ambiental tem o intuito de contribuir para a formação de cidadãos críticos capazes de construir ‘com’ a sociedade, por isso, todos devemos estar integrados em uma cultura de cuidado participativo. Então, fica claro que as questões ambientais são pautas necessárias a pessoa com síndrome de Down, pois como qualquer outra pessoa, são parte integrante da sociedade.

A temática da educação ambiental está conectada ao desenvolvimento de valores e princípios de solidariedade e cidadania e por consequência, incide diretamente no desenvolvimento social e econômico das sociedades. Portanto, estimular o debate sobre a relação homem/natureza, sobre suas ações, consequências e sobre como é possível gerar um desenvolvimento mais consciente socioambientalmente, é tarefa fundamental.

Nosso projeto teve como objetivo promover um contexto de consciência socioambiental, individual e coletiva, dentro das responsabilidades cotidianas. Para alcançá-lo, elencamos algumas atividades: a elaboração de um diagnóstico ambiental e uma agenda ambiental com todos os usuários, pais e equipe; a capacitação da equipe técnica sobre o tema e integração aos atendimentos terapêuticos; a sensibilização e mobilização das famílias dos usuários; a realização de oficinas de Educação Ambiental para os usuários; e a implantação e construção coletiva de um jardim sensorial.

O processo de elaboração do Diagnóstico Ambiental e da Agenda Ambiental da Sede da AAPD ocorreu em parceria com usuários e equipe técnica. Utilizamos dados sobre as contas de luz e água, os dados de consumo de energia elétrica, de água, de gás, de materiais de escritório e de cozinha, como copos descartáveis; e produção de resíduos. Além deste processo, foi realizada uma visita a um espaço estratégico, a Cooperativa de Catadores da Foz do Rio Itajaí (Cooperfoz). A sensibilização e mobilização das famílias proporcionou vivências sobre gestão de resíduos sólidos e seus diferentes contextos, trocas de saberes sobre plantios e funcionalidade das plantas e mutirões de construção do Jardim Sensorial. As oficinas com os usuários tiveram como temas norteadores a ciclagem de nutrientes do solo, separação de resíduos, pintura com tintas naturais e técnicas de plantio.Você já imaginou um projeto de educação ambiental dentro de uma instituição que atende pessoas com síndrome de Down e seus familiares? Pois é, tem tudo a ver! Em 2018, em parceria com a SEMASA e o Município de Itajaí, sob a condução da bióloga MSc Ananda Nocchi Rockett, executamos um projeto tão enriquecedor que contaremos um pouquinho, para que todos espalhem a consciência ambiental por onde estiverem!

Primeiro, é importante esclarecer que a educação ambiental propõe reflexões sobre o nosso ser e estar no mundo, sobre a nossa relação com o meio ambiente e sobre o modo como vivemos juntos no Planeta Terra. A educação ambiental tem o intuito de contribuir para a formação de cidadãos críticos capazes de construir ‘com’ a sociedade, por isso, todos devemos estar integrados em uma cultura de cuidado participativo. Então, fica claro que as questões ambientais são pautas necessárias a pessoa com síndrome de Down, pois como qualquer outra pessoa, são parte integrante da sociedade.

A temática da educação ambiental está conectada ao desenvolvimento de valores e princípios de solidariedade e cidadania e por consequência, incide diretamente no desenvolvimento social e econômico das sociedades. Portanto, estimular o debate sobre a relação homem/natureza, sobre suas ações, consequências e sobre como é possível gerar um desenvolvimento mais consciente socioambientalmente, é tarefa fundamental.

Nosso projeto teve como objetivo promover um contexto de consciência socioambiental, individual e coletiva, dentro das responsabilidades cotidianas. Para alcançá-lo, elencamos algumas atividades: a elaboração de um diagnóstico ambiental e uma agenda ambiental com todos os usuários, pais e equipe; a capacitação da equipe técnica sobre o tema e integração aos atendimentos terapêuticos; a sensibilização e mobilização das famílias dos usuários; a realização de oficinas de Educação Ambiental para os usuários; e a implantação e construção coletiva de um jardim sensorial.

O processo de elaboração do Diagnóstico Ambiental e da Agenda Ambiental da Sede da AAPD ocorreu em parceria com usuários e equipe técnica. Utilizamos dados sobre as contas de luz e água, os dados de consumo de energia elétrica, de água, de gás, de materiais de escritório e de cozinha, como copos descartáveis; e produção de resíduos. Além deste processo, foi realizada uma visita a um espaço estratégico, a Cooperativa de Catadores da Foz do Rio Itajaí (Cooperfoz). A sensibilização e mobilização das famílias proporcionou vivências sobre gestão de resíduos sólidos e seus diferentes contextos, trocas de saberes sobre plantios e funcionalidade das plantas e mutirões de construção do Jardim Sensorial. As oficinas com os usuários tiveram como temas norteadores a ciclagem de nutrientes do solo, separação de resíduos, pintura com tintas naturais e técnicas de plantio.

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