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TERAPIA OCUPACIONAL

A terapia ocupacional (TO), de acordo com o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, é uma área do conhecimento voltada aos estudos, à prevenção e ao tratamento de indivíduos com alterações cognitivas, afetivas, perceptivas e psico-motoras, decorrentes ou não de fatores genéticos, traumáticos ou de doenças adquiridas, através da sistematização e utilização da atividade humana como base de desenvolvimento de projetos terapêuticos específicos. A TO visa sempre o bem-estar e autonomia de seu atendido, podendo ser criança, adolescente, adulto ou idoso, contribuindo em aspectos  sensoriais, motores, cognitivos e sociais. 

Na Amor pra Down, as perspectivas de intervenção da terapia ocupacional são voltadas para a pessoa, as experiências que lhe são oferecidas e seu contexto social. Este acompanhamento é importante visto o prolongamento no desenvolvimento neuropsicomotor, que pode levar a alterações nas áreas de desempenho humano. Considera-se que a síndrome de Down pode influenciar o processo de desenvolvimento motor, linguagem/comunicação, adaptativo/cognitivo e social/pessoal.

Inicialmente o terapeuta ocupacional realiza uma avaliação para delinear o perfil do usuário, levando em conta sua fase de desenvolvimento, habilidades e necessidades individuais, analisando as áreas de desempenho (atividades de vida diária, trabalho/escola, brincar e lazer), os componentes de desempenho (componentes sensório-motores, componentes cognitivos, componentes psicossociais) e o contexto do desempenho (temporais e/ou ambiente). Também são realizadas entrevistas familiares, para que de forma conjunta, estabeleçam-se as intervenções e delimite-se os objetivos terapêuticos. Sendo assim, as potencialidades identificadas devem ser estimuladas, sempre em parceria com a família e o contexto social. 

Quando falamos em TO na infância, nos remetemos a três grandes áreas nas quais são de extrema importância na infância: AVDs (atividades da vida diária), atividades relacionadas a escola e o brincar. A criança aprende sobre o mundo quando interage com ele, usando as informações que lhe chegam pelos sentidos, essas interações se dão através do brincar, sendo este o principal recurso utilizado pela TO. O brincar pode ser um meio para motivar a criança durante o processo terapêutico. Para os terapeutas ocupacionais o brincar é visto como uma ocupação importante e fundamental na vida de qualquer indivíduo, sendo a principal ocupação da infância. Dessa forma, o brincar passa a ser um importante domínio da prática clínica da terapia ocupacional. 

Quando a criança apresenta riscos e/ou alterações no seu desenvolvimento, sejam por causas orgânicas, emocionais, e/ou sociais, o terapeuta ocupacional pode avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor da criança, desde o recém-nascido, e compreender como se dá a sua relação com o mundo. Assim o terapeuta ocupacional pode avaliar, estimular, e reabilitar as habilidades motoras, cognitivas e sociais.  O foco do trabalho desenvolvido pela terapeuta ocupacional infantil está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização de tempo, conhecimento do corpo em atividade.  

A vida cotidiana de qualquer pessoa é composta por muitas Atividades de Vida Diária e Atividades Instrumentais de Vida Diária, e com isso a TO tem como alvo principal de intervenção a disfunção ocupacional. Atividades de vida diária (AVD’s) são atividades relacionadas com o cuidado do indivíduo para com seu próprio corpo, incluindo higiene pessoal, autocuidado, banho, alimentação, comer, vestuário, controle dos esfíncteres, mobilidade funcional, cuidado com equipamentos pessoais, uso do vaso sanitário, dormir e descansar. As Atividades Instrumentais de Vida Diária incluem o cuidado com o outro, cuidado de animais de estimação e doméstico, criar e cuidar de filhos, uso de equipamentos para comunicação, mobilidade na comunidade, gerenciamento financeiro, cuidado e manutenção da saúde, estabelecimento e gerenciamento do lar, preparação da refeição e limpeza, procedimentos de segurança e emergência, fazer compras. 

Se a pessoa apresenta dificuldades no desempenho dessas tarefas rotineiras de forma independente, a TO, por meio de instrumentos específicos e principalmente com orientações às famílias e proposições de trabalhos em contextos reais (em contraponto apenas a espaços clínicos), é o profissional adequado para realizar intervenções.

O terapeuta ocupacional utiliza as atividades como recurso terapêutico e essas são analisadas, propostas e construídas juntamente com o usuário de acordo com seu momento de desenvolvimento, interesse, desejo, singularidades, habilidades, necessidades e contexto de vida.  Ao compilarmos todos os pilares pertinentes da terapia ocupacional, os atendimentos possibilitarão ampliar o campo de ação, desempenho, autonomia e participação social do usuário.

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